terça-feira, 2 de maio de 2017

Os desafios enfrentados por 16 cidades latino-americanas para se tornarem sustentáveis...


 
“De Ciudad Emergentes a Ciudades Sostenibles. Comprendiendo y proyectando las metrópolis del siglo XXI” é a mais recente publicação do Programa de Cidades Emergentes e Sustentáveis do banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que analisa como decorreram os processos de planejamento e desenvolvimento urbano em 16 cidades da América Latina e Caribe nos últimos cinco anos.

O relatório foi elaborado por Horacio Terraza, especialista em urbanismo e Coordenador do Programa de Cidades Emergentes e Sustentáveis; Daniel Rubio, Doutor em Planejamento Territorial; e Felipe Vera, Professor e Co-diretor do Centro de Ecologia, Paisagem e Urbanismo da Universidade Adolfe Ibañez. 

Em pouco mais de 160 páginas, os autores compartilham suas análises, reflexões e projeções sobre as denominadas cidades emergentes, que são aquelas que, embora tenham população inferior a 2 milhões de habitantes, estão protagonizando um crescimento acelerado que indica como poderão enfrentar os novos desafios urbanos almejando um desenvolvimento sustentável.  

Nesse sentido, os autores oferecem respostas a perguntas como: Quais são os problemas e as oportunidades que este novo contexto apresentam?; Que metodologia de planejamento e desenho urbano podemos utilizar para aproveitar esta mudança nos padrões de urbanização?; Quais os efeitos causados por esse tipo de crescimento na região em tópicos relacionados à sustentabilidade?; Qual o principal desafio?

A pesquisa se concentra em 16 cidades: Assunção (Paraguai), Bridgetown (Barbados), Cuenca (Equador), Cumaná (Venezuela), Florianópolis (Brasil), Huancayo (Peru), João Pessoa (Brasil), Palmas (Brasil), Panamá (Panamá), Paraná (Argentina), Pasto (Colômbia), Santiago de Los Caballeros (República Dominicana), Tegucigalpa (Honduras), Valdivia (Chile), Valledupar (Colômbia) e Vitoria (Brasil).

Sobre cada uma delas, o relatório apresenta sua mancha urbana, seu crescimento histórico, sua extensão, áreas verdes e a segregação sócio-espacial. Estas informações compõem o denominado "Polígono da Sustentabilidade Urbana em um contexto de Mudança Climática", que permite observar a direção para qual cada cidade caminha.

Assim, obtêm-se um panorama sobre o qual se aplica a metodologia do programa, que compreende um diagnóstico com 120 indicadores, cenários e as propostas para cada cidade.

A isso, soma-se a mudança do solo impulsionada pelas prefeituras nos últimos 20 anos, como forma de proteger o meio ambiente. 

Fonte: archdaily.com.br

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