segunda-feira, 16 de outubro de 2017



A empresa austríaca Johammer desenvolveu um novo conceito de motocicletas elétricas. Apelidada de J1, a moto inova no design e na tecnologia, trazendo para a realidade atual um modelo que lembra diversas ideias futuristas. De tradicional, a moto elétrica traz apenas o fato de ter duas rodas, um assento e um guidão.

A estrutura da J1 é feita em alumínio, envolta por uma capa de polipropileno, que oculta totalmente o moto elétrico. O modelo é equipado com uma bateria de 72V/12,7kWh e um motor elétrico de 11kW, com pico de até 16 kW. A moto tem autonomia de 200 km e velocidade máxima de 120 km/h, limitada eletronicamente.

Além de ser carregada através de uma tomada, a J1 também possui um sistema de frenagem regenerativa, que aproveita a energia da frenagem para abastecer o motor. De acordo com a fabricante, a recarga total leva 3,5 horas.

As baterias usadas na motocicleta são fabricadas pela própria Johammer, que garante que sejam de alta densidade e extremamente duráveis. Segundo a empresa, as baterias de íon-lítio têm vida útil de até 200 mil quilômetros instaladas na moto, mas, após esse tempo, ela ainda pode ser usada para outros tipos de armazenamento, como o de energia solar, prolongando o uso por até 20 anos.

Outro diferencial da J1 é o seu painel, aliás, a falta de um painel. Diferente das motos tradicionais, este modelo não possui um painel central. As informações de velocidade, carga e distância aparecem nos espelhos retrovisores, para causar menos distração aos pilotos.
A moto elétrica da Johammer está disponível em dois modelos, equipados com diferentes baterias. Ela também está disponível em cinco cores diferentes.

Para mais informações, acesse o link:

http://www.johammer.com/


Fonte: Site Ciclo Vivo

Nissan transforma van elétrica em escritório móvel...



A Nissan tem colaborado com a oficina de design, Studio Hardie, com sede no Reino Unido, para transformar sua van no primeiro escritório do mundo dentro de um veículo elétrico – o e-NV200 WORKSPACe.

Este ambiente de escritório profissional sobre rodas dispõe de uma mesa dobrável, computador touchscreen, internet, wireless, luzes de LED controladas por smartphones, carregamento sem fio de telefone, sistema de áudio Bluetooth, mini frigorífico e máquina de café barista de qualidade.

Em 2015, o número de espaços de co-working e hot-desking em todo o mundo aumentou 36%, enquanto pequenas empresas e profissionais que trabalham notaram a mudança na mobilidade, uma alternativa mais rentável no trajeto do centro da cidade para o escritório.

Redução de custos

Ao passo que rodar com veículos elétricos custa 0,03 euros por quilômetro, o e-NV200 WORKSPACe oferece uma solução de espaço que permite aos utilizadores trabalhar sem custo em algumas cidades que oferecem recarga gratuita de veículos elétricos, ou para quem deseja fugir da cidade para o campo ou para o ar fresco do litoral.

“A Nissan e-NV200 já é uma solução inteligente, sustentável de transporte para as empresas com visão de futuro, tornando-se o veículo ideal para ser usado como base para um local de trabalho móvel. O espaço de trabalho e-NV200 WORKSPACe leva a simplicidade da nossa van 100% elétrica a mais um passo e, contando com a expertise em design do Studio Hardie – conhecido pela sua abordagem ecocriativa – o e-NV200 foi reinventado como um ambiente de trabalho inovador de zero emissão”, disse Gareth Dunsmore, Diretor de Veículos Elétricos da Nissan na Europa.

 “Com os preços dos imóveis em nossas capitais, e como o profissional moderno precisa cada vez mais se movimentar, as empresas terão de pensar e considerar como o local de trabalho no futuro será transformado”, acrescentou. “Com hot-desking e o trabalho remoto em ascensão, não é preciso um salto muito grande para ver o futuro em que nossos veículos se tornarão conectados, com energia eficiente e espaços de trabalho móveis. E o projeto e-NV200 WORKSPACe pode tornar-se mais do que apenas um conceito.”

O e-NV200 WORKSPACe pode ser rapidamente carregado do 0 a 80% em apenas 30 minutos, e para aqueles momentos em que você quer deixar de estacionar e cobrando-se, há uma montagem interna de uma dobradura para bicicleta Brompton, permitindo aos usuários fazer viagens curtas em torno da cidade ou completar algum deslocamento.

O processo criativo

William Hardie, célebre designer do Reino Unido e fundador do Studio Hardie, disse: “Nós nos especializamos na criação de espaços surpreendentes em lugares inesperados, mas nunca fizemos nada em um veículo elétrico antes.”

“Dadas as credenciais verdes da van, nós queríamos maximizar o espaço com características inteligentes e materiais considerados sustentáveis, e tecnologias de forma eficiente e potente. Nós acreditamos que o futuro da tecnologia é um retorno ao artesanato de qualidade, por isso, também tentamos criar um ambiente em que os profissionais vão sentir gosto ao trabalhar. Colocamos todo o conforto e conectividade de um escritório moderno, com alguns toques surpreendentes.”


Fonte: Site Ciclo Vivo

Chip instalado em bike aciona dispositivo que fecha semáforo para carros...



Aarhus, uma cidade dinamarquesa, está testando uma ferramenta que promete ajudar os ciclistas pedalarem com mais facilidade e segurança. Trata-se de um código digital por radiofrequência, cuja sigla é RFID, que é instalado na bicicleta e se comunica com semáforos nas ruas. Quando o ciclista se aproxima de um cruzamento, o sinal abre para ele.

“É fácil se locomover de bicicleta usando ciclovias fora da cidade, mas logo que você se choca com o tráfego pesado da cidade as coisas se tornam mais complicadas. Precisamos descobrir como tornar a vida mais fácil para os ciclistas – particularmente nos semáforos. Você tem que esperar muito tempo para eles mudarem de vermelho para verde”, diz Kristian Würtz, vereador responsável por questões ambientais.

Quando registrada no sistema, a tecnologia garante prioridade para ciclistas nos cruzamentos. Além disso, ao identificar mais de uma bicicleta atravessando a via o sinal verde permanece por mais tempo para o ciclista.

O plano do município é desenvolver um sistema de “passaporte ciclístico” em que os membros cadastrados ganham uma série de facilidades. Por meio do programa “Aarhus Cycling City”, por enquanto, apenas um cruzamento está sendo testado. Se o projeto for bem sucedido, o plano é levá-lo a mais lugares da cidade. Este é mais um dos projetos de mobilidade, que a cidade lançou nos últimos anos, para aumentar o uso de bicicletas.


Fonte:  Site Ciclo Vivo

domingo, 15 de outubro de 2017

Brasília planeja 1,2 mil quilômetros de ciclovias até 2022...



Ampliação de ciclovias, integração com outros transportes e mais bicicletas públicas estão entre as medidas do Plano de Ciclomobilidade de Brasília, o +Bike, lançado na última quarta-feira (9) pelo governador Rodrigo Rollemberg.

A estratégia — que integra o programa Circula Brasília — está voltada a resolver a descontinuidade entre as ciclovias da cidade que não se comunicam. O objetivo é conectá-las e criar uma rede integrada para facilitar o deslocamento dos ciclistas.

Diversas medidas serão articuladas para esse fim, desde mais quilômetros de ciclovias, a instalação de bicicletários nos terminais de ônibus e um novo sistema de compartilhamento de bicicletas integradas ao BRT.

O investimento será de R$ 20 milhões, sem contar os valores aplicados em 72 quilômetros de projetos já em andamento, como a ciclovia da Estrada Parque Taguatinga (EPTG), a do Lago Oeste, a do Trevo de Triagem Norte e a da Ligação Torto-Colorado.

O governador ressaltou que o plano considera tanto as ciclovias que serão usadas como meio de deslocamento de pessoas que usam esse meio de transporte para se locomover pela cidade quanto as destinadas ao lazer. “O nosso objetivo é que, no futuro, todo o DF possa ser ligado por uma malha cicloviária”, disse.

Brasília conta com 420 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas. A meta é ampliá-las em 50%, chegando ao fim de 2018 com mais 218 quilômetros. Até 2022, o plano prevê ampliar para 1,2 mil quilômetros o alcance das ciclovias de Brasília.

Ampliação de bicicletas públicas compartilhadas

Já como parte das ações, o governador inaugurou um dos cinco novos pontos, com 50 bicicletas compartilhadas, instalados na UnB (Universidade de Brasília). Todos eles já começaram a funcionar.

Para os outros pontos, serão priorizadas as regiões que contam com o transporte de metrô. Além disso, haverá remanejamento em alguns casos – realocando as estações onde há pouco uso das bicicletas públicas para áreas com maior demanda.

O modelo será mantido, com uma empresa privada, a concessionária do serviço, fazendo o gerenciamento.

Três mil paraciclos e dez bicicletários serão instalados no DF

Visando à integração do uso da bicicleta com outros modais, bicicletários serão instalados em dez terminais do sistema de transporte público coletivo. Cada um deles terá capacidade de 30 a 50 vagas. De uso gratuito, bastará que o usuário leve um cadeado para prender a bicicleta no local.

Ainda em agosto, a pasta lançará licitação para compra de três mil paraciclos. A instalação em diversos pontos do DF, principalmente naqueles que contam com transporte de metrô, está prevista para até o fim deste ano.

Três terminais de BRT receberão testes para uso de bicicletas integradas

Três terminais de BRT — os de Santa Maria, do Gama e do Park Way — passarão por testes para implementar o compartilhamento de 150 bicicletas integradas. A licitação para os testes ainda está em fase de finalização.

A ideia é que os usuários fiquem com as bicicletas por um longo período, de cerca de 12 horas. Por exemplo, alguém que saia do trabalho e chegue à estação de Santa Maria poderá retirar uma unidade e ir para casa. Apenas no dia seguinte, provavelmente quando precisar se deslocar novamente até a estação, é que o cidadão precisará devolver a bicicleta.

Aplicativo para usar bicicletas será atualizado

Também dentro das medidas do plano, o aplicativo (disponível para Android e iOS) para usar as bicicletas passará por uma atualização e será renomeado para +Bike.

Entre as novidades do aplicativo está a opção de cobrança de tarifa diária, de R$ 3, e de R$ 6 por mês, além da tarifa anual de R$ 10, o que pode ser uma opção para turistas ou para aqueles que querem usar a bicicleta por menos tempo.


Fonte:  Agência Brasília

Londres vai construir mais uma superestrada para bicicletas...



A capital da Inglaterra quer se livrar da emissão dos poluentes. Depois de anunciar que vai zerar as emissões de transporte até 2050, Londres afirma que fará mais uma estrada especialmente para bikes. A medida vai contribuir com o aumento do ciclismo, que já subiu 70% desde a construção da primeira via exclusiva.

A via ligará Tower Bridge a Greenwich. A rota foi identificada como uma prioridade devido à alta demanda da área para o ciclismo -, com quase 3.500 viagens realizadas diariamente. Durante a construção, os pedestres serão beneficiados com cinco novos cruzamentos e outras vinte faixas serão revistadas e, se necessário, melhoradas.

“Estou encantado de poder anunciar planos para trazer mais de quatro quilômetros de pistas segregadas para o sudeste de Londres. Precisamos de mais londrinos andando de bicicleta e caminhando pelo bem da saúde e da nossa qualidade do ar, e é por isso que estamos trabalhando para fazer o ciclismo mais seguro e mais fácil em toda a capital. Ao trazer esta rota para uma área com alta demanda, a estrada realmente abrirá ciclismo para milhares de pessoas”, afirmou entusiasmado o prefeito Sadiq Kahn.

A gestão já havia anunciado um plano para incentivar o uso de transporte público, bicicletas e a caminhada como alternativas de deslocamento. As medidas integram o documento “Estratégia de Transporte”, saiba mais acessando o link: http://ciclovivo.com.br/noticia/londres-quer-zerar-emissoes-de-transporte-ate-2050/

Fonte: Site Ciclo Vivo


Marca lança cápsulas de café biodegradáveis que viram adubo em 4 meses...



A marca brasileira de café Orfeu, certificado pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), dá um passo importante em sua história. Após um ano de intensa pesquisa e investimentos para encontrar a melhor solução para a sua linha de cápsulas de café, a marca lança sua cápsula biodegradável e compostável. Com isso, todas as cápsulas de café Orfeu fabricadas a partir de outubro, passam a ser produzidas neste novo material.

“Após muita pesquisa e dedicação, estamos muito felizes em dizer que as cápsulas de café Orfeu, compatíveis com as máquinas Nespresso®, são biodegradáveis e compostáveis. Conseguimos dar um grande passo para tornar sustentável o consumo e descarte de cápsulas de café de uma forma mais prática, viável e efetiva para os clientes”, conta Amanda Capucho, diretora geral de Orfeu Cafés Especiais.

A cápsula biodegradável e compostável, quando destinada ao tratamento de lixo orgânico, tem um ciclo de até quatro meses para se degradar completamente e se transformar em adubo, um nutriente para a natureza. Esta transformação é possível porque as cápsulas são feitas de um exclusivo bioplástico compostável.

O produto possui todas as certificações necessárias pela norma EN-13432, representadas pelos selos “OK Compost” e “OK Biobased”. Ela é feita a partir de fontes renováveis e sua composição é livre de alumínio, livre de Bisfenol A (BPA Free) e de transgênicos (GMO Free).  Além disso, são as primeiras no Brasil a receber o Rótulo Ecológico ABNT – o único programa de rotulagem ambiental brasileiro aprovado pelo Global Ecolabelling Network (GEN), que garante que o produto certificado é a melhor opção para o meio ambiente, em comparação a produtos similares da mesma categoria. Na categoria de cápsulas de café, o selo exige que o material da cápsula seja biodegradável ou compostável, além de diversos critérios que envolvem responsabilidade socioambiental no processo produtivo, desde a plantação, até a embalagem.

“Esta iniciativa é um dos diversos passos que damos diariamente para firmar um compromisso que nasceu conosco: cuidar bem do café, das pessoas e de nossa terra. Sabemos que esse zelo resulta diretamente na qualidade de cada xícara de Orfeu”, comenta Amanda.

Para todo esse lixo orgânico voltar à natureza de forma limpa e sustentável, ele deve ser descartado de forma adequada para iniciar o processo de biodegradação e compostagem.

Coleta seletiva: em algumas cidades no Brasil, já é possível destinar o lixo orgânico de forma adequada para tratamento. Se o consumidor já faz uso da coleta seletiva e ele destina o lixo orgânico para estações de compostagem, basta garantir que suas cápsulas estejam sendo descartadas no lixo orgânico. Nesse processo, a biodegradação da cápsula acontece em até quatro meses.

Composteira termofílica: é um recipiente de materiais orgânicos que, com a reação natural das bactérias e dos fungos ao calor e ao oxigênio, transforma o lixo orgânico em adubo. Atualmente, existem empresas que recebem este tipo de lixo, mas também é possível que os consumidores façam em seus próprios lares. Nesse processo, a biodegradação da cápsula acontece de 2 a 4 meses.

Composteira elétrica (processadora de resíduos orgânicos): processa rapidamente os resíduos orgânicos por meio do calor e da movimentação mecânica. Há composteiras domésticas e composteiras industriais, que são comumente utilizadas em restaurantes, empresas e shoppings. Se a cápsula for misturada aos restos de alimento, cascas de frutas e demais materiais orgânicos, gera-se um adubo ainda mais rico em nutrientes. Nesse processo, a biodegradação da cápsula é acelerada e acontece em até 7 horas.

Caso o consumidor tenha acesso ao adubo gerado por suas cápsulas biodegradáveis, é recomendável que o material retorne à natureza. Para isso, basta misturar a proporção de uma parte de adubo para três partes de terra, para que as plantas possam receber todos estes nutrientes de forma equilibrada.

Fonte: Site Ciclo Vivo

sábado, 14 de outubro de 2017

Áreas paranaenses são incluídas em Lista de Zonas Úmidas...




A Área de Proteção Ambiental (APA) de Guaratuba, no litoral paranaense, e o Parque Nacional de Ilha Grande, entre os estados do Paraná e Mato Grosso do Sul, são as primeiras do Estado a serem incluídas na Lista de Zonas Úmidas de Importância Internacional. As áreas também receberam o nome de “Sítio Ramsar”. A classificação, confirmada nessa segunda-feira (2) pelo Ministério do Meio Ambiente, é usada como principal instrumento para proteger áreas úmidas e habitats aquáticos importantes para a conservação de diversas espécies, principalmente aves migratórias.

“Isso demonstra que o Paraná está preocupado com a questão ambiental tendo entre essas unidades uma de uso sustentável (a APA), que permite a produção de forma sustentável. Com esse reconhecimento internacional abre-se uma porta para a aquisição de recursos para melhorar esses ambientes, trazendo mais condições de proteção”, explica o chefe do Departamento de Estratégias de Conservação do IAP, Francelo Mognon.

De acordo com ele, a inclusão das áreas na lista não as torna unidades de conservação, até porque já o são e têm o uso racional dos recursos naturais restritos, mas pode trazer outros benefícios.

“São inúmeros benefícios, desde mais incentivo ao turismo ambiental na região, aprofundamento de pesquisas científicas, valorização dos produtos produzidos na APA, principalmente aqueles que possuem algum tipo de certificação, entre outros. O município também pode ter uma melhora no seu repasse do ICMS Ecológico, visto que o reconhecimento desses ambientes demonstra qualidade da unidade de conservação”, disse.

Além disso, a classificação também permite prioridade na implementação de políticas governamentais e reconhecimento público, tanto por parte da sociedade como por parte da comunidade internacional.

SÍTIOS RAMSAR - O reconhecimento e a classificação de áreas com essa característica foram estabelecidos na Convenção sobre Áreas Úmidas de Importância Internacional em 1971, em Ramsar, no Irã. O Brasil se tornou signatário desse acordo em 1996.

Entre os objetivos da convenção está estabelecer marcos para ações para promover a conservação e o uso racional das áreas, de acordo com o reconhecimento da sua importância ecológica e dos seus valores social, econômico, cultural, científico e recreativo.

Com esses dois locais e mais a APA Cananéia-Iguape-Peruíbe, em São Paulo, também reconhecida na ocasião, o Brasil passa a ter 22 áreas úmidas com o título.

SÍTIO RAMSAR GUARATUBA - Localizado no município com mesmo nome, no litoral do Paraná, possui cerca de 40 mil hectares e está localizado dentro da APA Estadual de Guaratuba, que tem no total cerca de 200 mil hectares. A área foi apresentada em 2015 para o Comitê Nacional de Zonas Úmidas do Ministério do Meio Ambiente, pela bióloga Bianca Luiza Reinert, vice-presidente do Conselho Gestor da Unidade de Conservação.

A região apresenta potencial para o turismo, com suas serras com campos de altitude, rios, cachoeiras, represas, baía, planícies costeiras, manguezais e sítios arqueológicos. Além disso, já foram registradas na área 322 espécies de aves, sendo 14 destas ameaçadas de extinção a nível global.

SÍTIO RAMSAR PARQUE NACIONAL DA ILHA GRANDE – Inserido por completo no Parque Nacional da Ilha Grande, sob o rio Paraná e na divisa dos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul, possui 78 mil hectares inseridos no Corredor de Biodiversidade do Rio Paraná.

Fonte: Site Aen